Área de atuação · Defesa criminal

Prova digital

Inteligência em prova digital e estratégia processual na cadeia de custódia.

Leio a prova digital da acusação para demonstrar onde ela se sustenta e onde falha, convertendo cada achado técnico em uma tese jurídica de defesa, sempre endossada por um laudo pericial.

O exame

Quatro perguntas para cada prova.

A prova digital não nasce pronta: alguém apreendeu, copiou, escolheu o que juntar e interpretou. Cada etapa pode ter sido bem ou mal feita, e o exame verifica todas.

Antes delas, uma conferência: o que chegou à defesa?Súmula Vinculante 14

O que foi disponibilizado, em que formato e com ou sem hash. E o que os autos mencionam mas nunca foi entregue: espelhamentos, extrações, respostas de provedores e operadoras. As quatro perguntas só valem para o que a defesa conseguiu ver.

O nosso diferencial

Nem sempre é o mérito que resolve.

A prova digital costuma ser tratada como pronta. Nós a examinamos como ela é: produzida por pessoas, etapa por etapa, e por isso sujeita a falhas que se convertem em tese.

Como trabalhamos

Ao lado do advogado que conduz a defesa.

Nossa equipe de peritos encontra a falha. Eu a valido como tese nos autos. Nós examinamos a prova e identificamos a falha de procedimento registrada nos autos. Após, verificamos se essa falha se sustenta como tese jurídica, e qual. Assim, o nosso laudo pericial chega ao advogado da defesa não apenas com os achados técnicos, mas também com as teses jurídicas que os sustentam.

A jurisprudência dentro do exame

A quebra, sozinha, não basta. O prejuízo tem de aparecer.

O STJ e o STF não afastam a prova digital só porque a cadeia de custódia foi rompida: a defesa precisa mostrar o que a falha mudou no caso. Quando a prova digital é a única ou a principal da acusação, a falha pesa. Quando há outras provas, vale a regra de que não há nulidade sem prejuízo. Por isso o exame não para na quebra: ele é dirigido a demonstrar o prejuízo.

Como começa

Três etapas, cada uma com o seu alcance.

Primeiro entendemos o caso. Depois, a análise da prova digital diz se há o que sustentar. Só então a assistência técnica pericial, se ela se justificar.

1

Sem custo

Conversa inicial

Uma conversa para entender o caso, a fase em que ele está e os prazos que correm.

2

Honorários próprios

Análise da prova digital

Exame das provas digitais dos autos nas quatro perguntas, com relatório por escrito e reunião.

3

Proposta própria

Assistência técnica pericial

Definida depois da análise, conforme o que ela revelar. O valor pago pela análise é abatido dos honorários da assistência técnica.

Para advogados

Quer aplicar isso no seu próprio caso?

O curso “A prova não nasce pronta” mostra como aplicar o método nos seus casos: com os autos abertos, você verifica se a prova digital se sustenta ou é frágil. E, se quiser, a equipe aplica o método aos autos do seu caso e devolve a análise por escrito.

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